Calendários

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Você sabia que o nosso calendário foi estabelecido pelo Papa Gregório XIII em 24 de Fevereiro do ano 1582?

O objetivo do pontífice era corrigir os problemas do calendário Juliano e fazer regressar o equinócio da primavera para o dia 21 de março. Desde então, o mundo todo aderiu à ideia e, exceto para fins de cálculo de datas religiosas em culturas não cristãs, o calendário Gregoriano predominou.

Contar o tempo de ano em ano foi uma das primeiras formas de planejamento da humanidade, que passou a se pautar nas estações do ano, e nos calendários solares e lunares para determinar as melhores épocas para a colheita e para seus rituais religiosos.

Desde então, os ciclos anuais determinam o compasso de nossas vidas e dão ritmo ao desenvolvimento das sociedades.

Hoje, entretanto, contar o tempo de ano em ano perdeu o sentido para muitas coisas. Quem nunca teve a sensação de que nosso mundo passou a girar mais rápido? As mudanças são diárias, intensas, gigantescas.

Calendários nos dão uma falsa impressão de controle sobre o tempo, gostamos de ciclos, de planejar nossos orçamentos todo final de ano. Mas nem sempre podemos esperar 12 meses para tomar decisões importantes e para revisar nossos objetivos.

Em meio a tantas mudanças, nossos planos expiram muito antes de o ano acabar, e diante de grandes rupturas, o replanejamento simplesmente não pode esperar as viradas de calendário para ajustar o curso.

ASSUNTOS: planejamento / estratégia

por Michael Cardoso
Co-fundador e diretor de operações da JExperts

 
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